Palavra da Estrategista | Julho 2026
Junho foi um mês de muito ruído e poucas mudanças estruturais. A guerra entre Estados Unidos e Irã, o cessar-fogo que veio em seguida, as tensões tarifárias entre Brasil e EUA, o corte da Selic para 14,25% acompanhado de um discurso cauteloso do Copom, e o Fedsinalizando juros mais altos lá fora fizeram os ativos andarem de um lado para o outro ao longo do mês.
Apesar disso, os fundamentos econômicos mudaram bem menos do que essa volatilidade sugeriu. Os maiores riscos, na prática, raramente estão nos eventos em si, e sim nas reações exageradas que eles provocam. Por isso, seguimos com uma alocação equilibrada, pronta para atravessar diferentes cenários.
E falando em cenários, vale lembrar que o segundo semestre ainda reserva decisões importantes do Copom e do Fed, além do início da temporada eleitoral no Brasil, fatores que devem continuar pautando a volatilidade nos próximos meses.
Por falar nisso: o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final batendo o Japão de virada por 2 a 1, com gols de Casemiro e Martinelli, e enfrenta
Noruega no domingo, em Nova Jersey, o mesmo palco da grande final, marcada para 19 de julho. Quem sabe não é presságio de hexa? Fica o questionamento.
