A Tegma (TGMA3) é uma das principais empresas de logística do Brasil, com forte atuação na logística de veículos, atendendo algumas das maiores montadoras do país, além de operações de logística integrada.
Entre os destaques fundamentalistas estão a elevada rentabilidade e a sólida estrutura financeira: no 1T26, a companhia apresentou ROIC de 30,4% e encerrou o período com caixa líquido de aproximadamente R$ 59 milhões, demonstrando baixo nível de endividamento. Considerando os últimos 12 meses disponíveis, a Tegma registrava cerca de R$ 2,3 bilhões em receita líquida e R$ 238 milhões em lucro líquido, além de margens operacionais consistentes.
A combinação de liderança no transporte de veículos, eficiência operacional, geração de caixa, baixo endividamento e elevado retorno sobre o capital torna TGMA3 uma empresa fundamentalmente sólida, embora seus resultados estejam naturalmente relacionados ao desempenho da indústria automobilística brasileira.
O ativo apresenta uma mudança relevante na estrutura técnica, após permanecer por vários meses em uma ampla lateralização entre aproximadamente R$ 28,80 e R$ 31,00.
No início de agosto, o papel rompeu com força a resistência dos R$ 31,00, acompanhado por uma clara expansão da tendência de preço/volume, reforçando a entrada de fluxo comprador. Desde então, a ação passou a consolidar acima do rompimento, formando uma pequena congestão entre R$ 32,80 e R$ 34,30.
O movimento desta sessão, com máxima em R$ 34,46 e cotação em torno de R$ 34,31, coloca o ativo justamente no teste da resistência superior dessa faixa.
O cenário permanece construtivo enquanto TGMA3 sustentar R$ 32,80, sendo que a antiga resistência em R$ 30,00 – R$ 31,00 passa a representar um suporte estrutural mais importante.
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