A Moderna é uma companhia americana de biotecnologia especializada em medicamentos e vacinas baseados em RNA mensageiro (mRNA). Depois do enorme crescimento proporcionado pela vacina contra Covid-19, a empresa atravessa uma fase de transformação, buscando reduzir a dependência desse produto e ampliar seu portfólio para vacinas respiratórias, influenza, RSV e tratamentos em oncologia e doenças raras. Entre os programas em desenvolvimento estão vacinas para influenza, CMV, norovírus e terapias oncológicas individualizadas.
No 2T26, a Moderna registrou aproximadamente US$ 0,1 bilhão em receitas e prejuízo líquido GAAP de US$ 0,8 bilhão. Por outro lado, a companhia reiterou a expectativa de entregar crescimento de receita de até 10% em 2026, reduziu novamente sua projeção de despesas operacionais e elevou a estimativa de caixa e investimentos no encerramento de 2026 para US$ 4,7 bilhões a US$ 5,2 bilhões.
O ativo mostra uma configuração técnica bastante positiva. Depois do forte gap de alta em agosto, o ativo passou várias semanas em consolidação, trabalhando principalmente entre R$ 34,00 e R$ 40,88.
Nas últimas sessões, porém, houve rompimento dessa região e aceleração compradora, levando a cotação aos atuais R$ 46,79, próxima da máxima do dia em R$ 47,77. A sequência recente de topos e fundos ascendentes reforça a retomada da tendência de alta. O primeiro suporte relevante passa agora pela região de R$ 44,30- R$ 44,00, enquanto R$ 40,88 se torna o principal suporte técnico de médio prazo.
Pelo lado comprador, a superação consistente de R$ 48,00 pode abrir espaço para continuidade do movimento em direção a R$ 51,20 e, posteriormente, R$ 54,96. Acima desse patamar, o gráfico deixa espaço para buscar R$ 58,08.
O cenário permanece construtivo enquanto o papel sustentar principalmente a região rompida de R$ 40,88; no curtíssimo prazo, uma realização sem perda de R$ 44,30 seria compatível com a própria aceleração recente.
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