O Banco do Brasil (BBAS3) é uma das maiores instituições financeiras do país, com forte presença no crédito para pessoas físicas e empresas e posição especialmente relevante no agronegócio brasileiro.
No 2T26, o banco apresentou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, crescimento de 13,9% frente ao trimestre anterior, enquanto a margem financeira bruta avançou 9,6% em 12 meses. A carteira de crédito ampliada superou R$ 1,3 trilhão, com R$ 421,6 bilhões concentrados no agronegócio.
Entre os pontos positivos estão a escala, diversificação das receitas e capacidade de geração de resultados; por outro lado, os fundamentos ainda exigem atenção com a inadimplência acima de 90 dias em 5,61% e o custo de crédito elevado, fatores que pressionaram a rentabilidade, com o ROE em 8,3%.
O ativo apresenta uma reação compradora após uma forte sequência de queda, com formação de fundo na região de R$ 17,80 - R$ 18,00.
Os últimos candles mostram recuperação, com fundos e máximas ascendentes no curtíssimo prazo, e o fechamento em R$ 18,71, próximo da máxima do pregão, reforça a retomada de força compradora.
A região de R$ 18,90 - R$ 19,00 aparece como primeira resistência importante; seu rompimento pode confirmar uma reversão de curto prazo e abrir espaço para buscar R$ 19,30 e posteriormente R$ 19,70.
Como suportes, destacam-se R$ 18,15 e, principalmente, R$ 17,80; a perda deste último enfraqueceria a tentativa de formação de fundo e voltaria a favorecer a tendência baixista.
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