{"componentChunkName":"component---src-templates-article-index-tsx","path":"/carteiras-recomendadas/market-strategy/market-strategy-junho-2025","result":{"pageContext":{"category":{"id":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","name":"Carteiras Recomendadas","slug":"carteiras-recomendadas","subtitle":"Estratégia de Investimentos","template":"A","icon":"product-many","colors":{"primary":"#ffca96","primary300":"#ffca96","primary200":"#ffca96","primary100":"#ffca96"}},"subcategoria":{"id":"d0e04023-d9a7-4146-bafc-757f3f49b7fa","name":"Market Strategy","slug":"market-strategy"},"fileContents":{"id":"d8b00b9f-99b9-4355-ab7c-6fc050762a37","slug":"market-strategy-junho-2025","title":"Market Strategy Junho 2025","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","shares":0,"spotlight":true,"isBestContent":true,"isVideo":false,"summary":null,"authorId":"2d6dd85e-1c81-430a-9a4b-c30a896c6ba9","introduction":"Confira tudo! ","readingTime":"","tags":["Market strategy"],"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/de02f5db0d2a447db9333fff71fdb701_captura-de-tela-2024-09-02-142508.png"},"gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/de02f5db0d2a447db9333fff71fdb701_captura-de-tela-2024-09-02-142508.png"},"contentBlocks":[{"key":"news-editor-0","type":"file","content":{"description":"Confira relató","file":{"name":"Investment Strategy - Asset Allocation - Junho - 2025.pdf","url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/files/818dc19f4724425e928bb2725aa608f8_investment-strategy-asset-allocation-junho-2025.pdf","description":""}}},{"key":"news-editor-1","type":"text","content":{"title":"","text":"<p>“Tira casaco, bota casaco” é uma excelente frase do filme Karate Kid. Para a geração mais nova, que talvez não entenda a referência, essa expressão ilustra bem o mês de maio e a guerra comercial entre os EUA e a China. As tarifas impostas entre os dois países ganharam ainda mais repercussão, embora tenha havido uma trégua que apaziguou os mercados.</p>\n<p></p>\n<p>Como resultado, os juros de curto prazo nos EUA apresentaram um recuo, assim como no Brasil, onde a queda se estendeu por toda a curva. A renda variável também teve um bom desempenho, com o S&amp;P, o Ibovespa, o IFIX e diversos outros índices de mercados emergentes em alta.</p>\n<p></p>\n<p>Para junho, entendemos que o tom de otimismo ainda permanece. Contudo, a grande repercussão do aumento de impostos, principalmente via IOF, desencadeou volatilidade internamente, o que é um ponto a ser monitorado.</p>\n<p></p>\n<p>Bons negócios.</p>\n"}},{"key":"news-editor-2","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/7bbade27c85d464b80ad38ac40eb131f_captura-de-tela-2025-06-02-as-141455.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-3","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/f38441ad10c34d8d8cba637c27e3c5a1_captura-de-tela-2025-06-02-as-141551.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-4","type":"text","content":{"title":"Cenário Local: Selic alta por mais tempo","text":"<p>Como esperado, o Copom elevou a Selic para 14,75%. Apesar de deixar em aberto a possibilidade de novas altas, acreditamos que chegamos ao fim do ciclo de alta. Isso não significa que cortes estejam próximos, pelo contrário.</p>\n<p></p>\n<p>Os dados de atividade em março apontam para um PIB robusto no primeiro trimestre, puxado principalmente pelo agro e pelo setor externo. Esperamos que a economia tenha crescido 1,1% no 1º trimestre, e elevamos nossa projeção para 2025 de 1,5% para 1,8%. Ao mesmo tempo, ainda vemos a inflação em patamar elevado, tendo avançado 0,43% em abril e acumulando alta de 5,53% nos últimos 12 meses.</p>\n<p></p>\n<p>Por mais que o ciclo de alta da Selic tenha acabado, ou esteja próximo do fim, a taxa de juros terá de ficar em patamar restritivo por bastante tempo, possivelmente até o fim do ano, início de 2026. Um risco para esse cenário seria uma nova expansão fiscal, que poderia manter o mercado de trabalho aquecido, sustentando a demanda.</p>\n"}},{"key":"news-editor-5","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/50aae3556d4646f3ba4a5b0324644cdd_captura-de-tela-2025-06-02-as-141709.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-6","type":"text","content":{"title":"Cenário Internacional: Uma trégua bem vinda","text":"<p>O grande acontecimento do mês foi a trégua entre China e Estados Unidos, que anunciaram no último dia 12 a redução nas tarifas cobradas um sobre o outro. Esse recuo foi suficiente para gerar um grande alívio no mercado, em meio à expectativa que o recuo reduza a probabilidade de uma recessão na economia americana, e permita, inclusive uma retomada da trajetória de crescimento.</p>\n<p></p>\n<p>Entretanto, o recuo na guerra tarifária não significa resolução total da incerteza que se mantem elevada. Além disso, mesmo com o recuo nas tarifas,  a tarifa efetiva da economia americana é uma das maiores dos últimos anos e deverá impactar a economia.</p>\n<p></p>\n<p>Mantemos a visão de que o Fed deverá retomar o ciclo de cortes apenas quando tiver maior confiança de que o impacto inflacionário das tarifas não será relevante ou quando o mercado de trabalho desacelerar de maneira significativa. Esperamos que essa confiança só se materialize no segundo semestre, com os cortes retomando a partir da reunião de setembro.</p>\n"}},{"key":"news-editor-7","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/21ae818756874dcaa30dcafb033ffec0_captura-de-tela-2025-06-02-as-141823.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-8","type":"text","content":{"title":"Renda Fixa: Juros em queda? ","text":"<p>As últimas semanas foram marcadas por um forte recuo dos juros brasileiros, embora a volatilidade tenha aumentado consideravelmente nos últimos 10 dias, entendemos que grande parte desse recuo é explicada por um cenário externo mais benigno. Embora ainda exista toda uma discussão sobre as tarifas do Governo Trump, espera-se algo mais ameno do que anteriormente.</p>\n<p></p>\n<p>Internamente, o foco se voltou para o aumento dos impostos, principalmente via IOF, o que gerou bastante volatilidade e discussões entre os agentes de mercado e o Governo.</p>\n<p></p>\n<p>Com isso, de modo geral, os ativos de renda fixa responderam muito bem, com destaque para o IMAB5+, que, no acumulado de 12 meses, ainda apresentava desempenho negativo, mas agora está acima de 2%. Em linhas gerais, ainda entendemos que o CDI no curto prazo deve continuar sendo uma boa alternativa.</p>\n"}},{"key":"news-editor-9","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/0c0e4b2af4154d7b815525405078e29d_captura-de-tela-2025-06-02-as-141907.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-10","type":"text","content":{"title":"Renda Variável | Ações: Alívio nas tarifas, Brasil na máxima, mas ainda barato","text":"<p>Em meio à volatilidade, não só do mercado, mas também sobre as decisões de Donald Trump, este mês tivemos um tom de recuperação para as bolsas em Nova York e os emergentes não ficaram de fora do alívio, após Trump adiar as tarifas tanto para a China quanto para UE.</p>\n<p></p>\n<p>Para além do alívio nas tarifas, a inflação americana também ajudou, ficando abaixo do esperado no dado de abril. Contudo o cenário ainda é de alerta, tendo em vista que os dados ainda são de pré-tarifas. Por aqui, apesar da alta nos juros levando a taxa para 14,75%, já se fala em fim de ciclo de alta devido à expectativas de desaceleração da atividade.</p>\n<p></p>\n<p>Apesar da máxima histórica por aqui, ainda temos a bolsa mais barata do mundo. Seguimos preferindo Brasil, com bolsas nos EUA já se recuperando, com o alívio nas taxas e mostrando valuations esticados. Emergentes estão com tudo entre os gringos. Seguimos com desafios internos, mas estamos baratos demais para ignorar.</p>\n"}},{"key":"news-editor-11","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/6b18f53532804b6ca163d1b8072db72d_captura-de-tela-2025-06-02-as-142027.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-12","type":"text","content":{"title":"","text":"<p>Em meio a um ambiente, ainda marcado por incertezas e discussões sobre política monetária em maio, o <strong>IFIX</strong> finalmente conseguiu dar uma respirada. Apresentando sinais de recuperação após semanas de volatilidade, refletindo tanto o alívio no cenário de juros quanto uma melhora na percepção de risco local.</p>\n<p></p>\n<p>O <strong>IFIX </strong>renovou as máximas no fim de maio, mas ainda apresenta múltiplos atrativos, quando comparado a outros ativos de risco no Brasil. Seguimos enxergando oportunidades principalmente em fundos de papel, com Dividend Yield atrativo, e em fundos de tijolo de boas gestoras, que oferecem descontos relevantes em relação ao valor patrimonial, e vemos espaço para recuperação adicional caso o ciclo de cortes nos juros se concretize.</p>\n<p></p>\n<p>Os desafios estruturais do mercado imobiliário seguem no radar, mas, aos preços atuais, muitos FIIs negociam com yields elevados demais para serem ignorados.</p>\n"}},{"key":"news-editor-13","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/efc5f9b6e4944d21ac888c4e3101516f_captura-de-tela-2025-06-02-as-142109.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-14","type":"file","content":{"description":"Confira relatório completo! 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