{"componentChunkName":"component---src-templates-article-index-tsx","path":"/carteiras-recomendadas/market-strategy/market-strategy-asset-allocation-abr25","result":{"pageContext":{"category":{"id":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","name":"Carteiras Recomendadas","slug":"carteiras-recomendadas","subtitle":"Estratégia de Investimentos","template":"A","icon":"product-many","colors":{"primary":"#ffca96","primary300":"#ffca96","primary200":"#ffca96","primary100":"#ffca96"}},"subcategoria":{"id":"d0e04023-d9a7-4146-bafc-757f3f49b7fa","name":"Market Strategy","slug":"market-strategy"},"fileContents":{"id":"39083068-9083-4aae-b9e5-8a9e079bcb22","slug":"market-strategy-asset-allocation-abr25","title":"Market Strategy Asset Allocation Abr.25","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","shares":0,"spotlight":true,"isBestContent":true,"isVideo":false,"summary":null,"authorId":"3b2a5c2e-8fcb-45eb-beeb-f6fc8afe9dbd","introduction":"Nosso relatório de alocação! ","readingTime":"","tags":["market strategy"],"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/ef5921e90869474ebfb6eda3736ab024_captura-de-tela-2024-09-02-142524.png"},"gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/ef5921e90869474ebfb6eda3736ab024_captura-de-tela-2024-09-02-142524.png"},"contentBlocks":[{"key":"news-editor-0","type":"file","content":{"description":"Confira relatório completo! ","file":{"name":"Investment Strategy - Asset Allocation Abr.2025.pdf","url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/files/f08ef98019a0409090ac9842761ef93e_investment-strategy-asset-allocation-abr2025.pdf","description":""}}},{"key":"news-editor-1","type":"text","content":{"title":"Palavra da Estrategista – Abr.25","text":"<p><strong>Entre a cautela e a oportunidade – O que esperar, com uma inflação teimosa?</strong></p>\n<p></p>\n<p>Em março de 2025, o cenário econômico brasileiro apresentou um misto de otimismo e cautela. O Banco Central revisou a projeção do PIB para 1,9% no ano, uma redução em relação aos 2,1% previstos anteriormente, refletindo a desaceleração do consumo e dos investimentos após um trimestre intenso em 2024. No entanto, o início de 2025 foi impulsionado pelo aumento do salário-mínimo, a liberação extra do FGTS e uma colheita recorde de soja, indicando uma força momentânea na economia.</p>\n<p></p>\n<p>No que diz respeito à inflação, o IPCA-15 desacelerou para 0,64% em março, bem abaixo dos 1,23% de fevereiro. Apesar dessa redução, o aumento dos preços de alimentos e serviços ainda exerce pressão, levando o Banco Central a elevar sua previsão de inflação anual para 5,1%. O mercado de trabalho também apresentou uma situação interessante: a taxa de desemprego subiu levemente para 6,8%, mas o emprego formal atingiu 39,56 milhões de trabalhadores, um recorde que apoia o consumo</p>\n<p></p>\n<p>No mercado de ações, o Ibovespa avançou 7,41%, impulsionado por um fluxo estrangeiro líquido de quase R$ 3,8 bilhões e por avaliações atrativas.</p>\n<p>Já no cenário internacional, dados mais fracos nos Estados Unidos ajudaram a pressionar o dólar para baixo, beneficiando os ativos brasileiros. O mês de março trouxe sentimentos mistos ao mercado americano, com alguns indicadores apontando para um crescimento econômico moderado, enquanto outros sinalizavam potenciais desafios que exigiram análise cuidadosa dos dados.</p>\n<p></p>\n<p>O trimestre também foi marcado por dados importantes: o PIB do quarto trimestre de 2024 cresceu 2,4%, evidenciando uma moderação econômica. Embora o CPI tenha mostrado um arrefecimento na taxa anual, o PCE Core – a medida de inflação preferida do Federal Reserve – surpreendeu com um aumento, mantendo as preocupações inflacionárias. Esses dados levaram o Fed a decidir manter as taxas de juros inalteradas, adotando uma postura cautelosa diante da incerteza econômica.</p>\n<p></p>\n<p>O índice S&amp;P 500 registrou um declínio acumulado de cerca de 4,6% no mês, refletindo a apreensão dos investidores quanto às incertezas macroeconômicas e políticas. Além disso, as novas políticas do governo sobre imigração e tarifas continuam a criar incertezas. O índice VIX, que mede a volatilidade do mercado, atingiu seu maior nível do ano, próximo a 20 pontos.</p>\n<p></p>\n<p>Esse conjunto de dados ressalta a importância de identificar oportunidades com cautela, mesmo em tempos desafiadores.</p>\n<p></p>\n<p>Bons investimentos!</p>\n"}},{"key":"news-editor-2","type":"text","content":{"title":"Asset Allocation Abr.2025","text":"<p>O cenário atual continua repleto de dúvidas e incertezas, resultando em volatilidade nos ativos de forma geral. Os juros brasileiros, que apontavam para um recuo, se inverteram nas últimas duas semanas, causando estresse na renda fixa. Com isso, mantemos a predominância por renda fixa em nossos portfólios. Clientes mais conservadores estão bem atendidos com os ativos pós-fixados. A Selic atualmente está em 14,25%, com o Banco Central sinalizando outra alta, mas de menor magnitude. O time de macroeconomia do Inter acredita que haverão apenas mais um aumento de 0,5, encerrando assim o ciclo de alta de juros. Para investidores mais arrojados, a renda fixa de juros longos se apresenta como uma excelente alternativa, especialmente o IPCA+.</p>\n<p></p>\n<p>Em relação à bolsa, acreditamos que há oportunidades de alocação. Março foi positivo, principalmente com o fluxo estrangeiro retornando ao Brasil, impulsionando ativos que estavam depreciados. Além disso, o encerramento da temporada de resultados confirmou a tese de aquecimento econômico, com muitas empresas superando as estimativas de mercado. No entanto, há espaço para que o Ibovespa continue sua trajetória, já que ainda está negociando a múltiplos muito baixos.</p>\n<p></p>\n<p>Nos EUA, as incertezas aumentam, com a atual gestão de Trump e suas políticas tarifárias, além da desaceleração econômica e expectativas de recessão neste ano, levando a projeções menores para os lucros das empresas. A renda variável por lá teve um início de ano negativo, com o S&amp;P 500 acumulando cerca de -5% de queda.</p>\n<p></p>\n<p>Assim, recomendamos que os investidores fiquem atentos à alocação estratégica, podendo surfar entre as incertezas e oportunidades que o mercado apresenta.</p>\n"}},{"key":"news-editor-3","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/0944ae9bd2e1422a990061aa57d79948_captura-de-tela-2025-04-01-as-164401.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":false}},{"key":"news-editor-4","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/b81eecb0797d4e5b908651debaa238ca_captura-de-tela-2025-04-01-as-164443.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-5","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/ceb2e53438a548a687d59bb1c64eb3bf_captura-de-tela-2025-04-01-as-165511.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":false}},{"key":"news-editor-6","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/b5890601b7554eea9e69ae668ed5c02b_captura-de-tela-2025-04-01-as-165536.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":false}},{"key":"news-editor-7","type":"text","content":{"title":"Cenário Doméstico","text":"<p>Desaceleração econômica e risco fiscal</p>\n<p></p>\n<p>O cenário macroeconômico permaneceu inalterado em março. O Copom, como já antecipado, elevou a Selic para 14,25%, o maior patamar em 20 anos, prometendo pelo menos uma alta adicional, sem especificar sua magnitude. O comitê destaca a incerteza atual e as expectativas inflacionárias ainda desancoradas, o que impossibilita a interrupção do ciclo de alta neste momento.</p>\n<p></p>\n<p>A inflação continua em patamares que exigem cautela, apesar de sinais de melhora na margem. Contudo, a aceleração dos preços de alimentos pode afetar outros grupos, especialmente a inflação de serviços. Por outro lado, indicadores mais sensíveis ao ciclo econômico, como o núcleo da inflação e a inflação de serviços subjacentes, mostraram melhora, sugerindo que, assim que dissipado o choque nos preços dos alimentos, poderemos observar uma estabilização da inflação.</p>\n<p></p>\n<p>Adicionalmente, notamos uma tendência de desaceleração na atividade. O PIB do 4º trimestre de 2024 cresceu 3,4%, mas o desempenho foi abaixo do esperado, com crescimento de apenas 0,2% e um recuo de 1% no consumo das famílias. Os dados setoriais indicam uma continuidade dessa tendência, refletindo três meses consecutivos de queda na produção. Observamos também impactos no mercado de trabalho, com a taxa de desocupação aumentando pelo segundo mês seguido, embora os dados do Cagedde fevereiro mostrem uma forte criação de empregos formais, influenciada por um efeito sazonal do carnaval.</p>\n<p></p>\n<p>Os riscos para o cenário permanecem no fiscal. O arcabouço fiscal prevê o zeramento do déficit em 2025, mas, mesmo com o pacote anunciado em dezembro, estimamos que o governo encerre 2025 com um déficit de R$70 bilhões, necessitando de novas medidas fiscais. A desaceleração econômica reduz a capacidade de arrecadação, o que exigiria cortes de gastos, algo ao qual o governo parece relutante. Outro risco é o cenário externo, que permanece incerto devido à política tarifária dos EUA.</p>\n"}},{"key":"news-editor-8","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/efe54a6f756145328d11acf365e3140c_captura-de-tela-2025-04-01-as-164733.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":false}},{"key":"news-editor-9","type":"text","content":{"title":"Cenário Internacional","text":"<p>Economia americana continua mostrando sua resiliência</p>\n<p></p>\n<p>No cenário internacional, a incerteza aumentou devido às tarifas prometidas por Trump, intensificando-se no final do mês com a promessa de tarifas a serem implementadas a partir de 2 de abril. Em fevereiro, a economia americana continuou a mostrar resiliência, com 151 mil novos empregos e uma taxa de desemprego de 4,1%. Os salários cresceram acima de 4% anualizados, o que é inconsistente com a meta de inflação de 2% ao ano. A inflação teve uma surpresa positiva, com alta de 0,2% em relação a janeiro e uma desaceleração no núcleo da inflação.</p>\n<p></p>\n<p>Contudo, as incertezas sobre as tarifas impedem um maior otimismo. A falta de detalhes sobre a implementação dessas tarifas e o risco de mudanças por parte do governo americano tornam difícil avaliar o impacto na economia e na inflação. O Fedestá em modo reativo, aguardando novos dados antes de tomar decisões, e já pausou pela segunda reunião consecutiva, sem um plano claro para retomar o ciclo de corte de juros.</p>\n<p></p>\n<p>O banco central prevê mais dois cortes de 25 pontos base este ano, mas revisou suas projeções de crescimento do PIB para baixo e aumentou as de inflação. O FOMC sugere que considera a incerteza das tarifas prejudicial ao crescimento e com risco inflacionário. Ao manter a previsão de cortes para 2025, o Fedparece acreditar que o impacto das tarifas será limitado, recordando a abordagem adotada em 2018, durante a imposição de tarifas no governo Trump. Esperamos que os dois cortes ocorram no segundo semestre, possivelmente a partir da reunião de setembro.</p>\n"}},{"key":"news-editor-10","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/1eed029c779f454aa98666e93abf4666_captura-de-tela-2025-04-01-as-164906.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":false}},{"key":"news-editor-11","type":"text","content":{"title":"Renda Fixa","text":"<p>Juros voltam a subir</p>\n<p></p>\n<p>A curva de juros brasileira, que havia apresentado uma queda recentemente, voltou a se elevar nas últimas duas semanas. Esse movimento é impulsionado por fatores como a volatilidade do mercado externo, preocupações com os gastos do governo e uma inflação ainda resiliente. Essa combinação cria um ambiente de incerteza que afeta a performance dos ativos de renda fixa, especialmente aqueles prefixados ou híbridos.</p>\n<p></p>\n<p>Os ativos atrelados ao IPCA+ também estão enfrentando desafios, com o IMA-B5+ registrando um retorno de -4,1% nos últimos 12 meses e 2,8% no acumulado do ano. Em contraste, o IRF+ teve retorno de 1,8% em 12 meses e 4,6% para 2025. O CDI se destacou, apresentando 11,1% em 12 meses e 2,7% no ano, evidenciando uma performance sólida em meio às turbulências do mercado.</p>\n<p></p>\n<p>Diante desse cenário volátil, recomendamos que clientes conservadores permaneçam em ativos pós-fixados, dada a garantia de resiliência. Para investidores mais arrojados, as taxas atuais dos ativos IPCA+ representam uma excelente oportunidade para o longo prazo, especialmente aqueles com maior duration, que podem oferecer retornos interessantes à medida que o panorama econômico se estabiliza.</p>\n"}},{"key":"news-editor-12","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/92a4201af18e4b6887d81a2df8976059_captura-de-tela-2025-04-01-as-164959.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":false}},{"key":"news-editor-13","type":"text","content":{"title":"Ibovespa","text":"<p>De tarifa em tarifa o Ibovespa enche o “papo”</p>\n<p></p>\n<p>Março foi um mês positivo para a bolsa brasileira, que se recuperando da ressaca de carnaval após a queda de 2,6% em fevereiro e novamente o investidor estrangeiro foi o principal vetor para a nossa forte alta de cerca de 6,4% por aqui no mês fechando o primeiro trimestre com ganhos de 8,3%. O nosso índice tem aproveitado a rotação na escolha setorial do investidor estrangeiro, que está trocando de cases típicos de alto crescimento com valuationesticado, específicamenteaqueles voltados para inteligência artificial e big techspara o setor industrial, commodities e outros que ficaram de fora do recente boom de IA. O motivo? As tarifas e a guerra comercial capitaneada pelo governo de Donald Trump. Desta forma, com o dólar perdendo força e emergentes como China ganhando destaque, o Brasil acabou entrando no fluxo positivo e comprador do investidor estrangeiro, que em março voltou a aportar e totalizou uma entrada líquida de R$ 5,2 bi (até 27/03).</p>\n<p></p>\n<p>Entre os setores que apresentaram forte desempenho de duplo dígito, vimos o setor de Educação com alta de 24%, seguido por Agro, Alimentos e Bebidas com 16,6% e Imobiliário com 11%. Além disso Varejo, Financeiro e transporte e logística com ganhos acima de 7% também foram destaque. Por fim, todos surfando bem a rotação setorial global e com a China e Europa também em alta em detrimento de papéis norte-americanos.</p>\n<p></p>\n<p>A temporada de resultados do quarto trimestre fechou com todas as companhias divulgando seus números de 2024 e o foco agora se volta para 2025. Nesta última temporada vimos que as companhias seguiram o ritmo do que vimos ao longo de 2024 com a maioria das delas superando as estimativas do mercado com 60% das empresas batendo as expectativas, ficando acima da média histórica de 56% ao longo dos últimos trimestres.</p>\n<p></p>\n<p>Desta forma, em abril voltamos os olhos para os acontecimentos macro, com o mercado preocupado ainda com a inflação e juros tanto nos EUA, quanto aqui e claro acompanhando de perto os desdobramentos da guerra comercial.</p>\n"}},{"key":"news-editor-14","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/65d27fc3c1274e1380f6d084a879c361_captura-de-tela-2025-04-01-as-165114.png","caption":"","maxWidth":"","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-15","type":"text","content":{"title":"","text":"<p>Fôlego renovado?</p>\n<p></p>\n<p>O mês de março foi marcado por um movimento mais estável nos Fundos Imobiliários, com o IFIX encerrando o período com leve valorização. A inflação mais controlada, aliada à manutenção da Selic em patamar mais baixo, tem sustentado o apetite por ativos de renda passiva. Essa conjuntura favorece os FII de tijolo, especialmente aqueles ligados a segmentos resilientes como logística.</p>\n<p></p>\n<p>No segmento de lajes corporativas, ainda se observa uma recuperação gradual. A taxa de vacância em regiões centrais segue caindo, refletindo a retomada da ocupação por empresas que já se adaptaram ao modelo híbrido de trabalho. Fundos com portfólios bem localizados e com contratos atípicos continuam sendo destaque, apresentando maior previsibilidade de receita e menor risco de vacância.</p>\n<p></p>\n<p>Oportunidades têm surgido especialmente em fundos negociando com P/VP abaixo de 1, revelando descontos expressivos frente ao valor patrimonial. A seletividade, no entanto, segue sendo essencial: o investidor deve priorizar ativos com gestão consolidada, imóveis bem posicionados e contratos de longo prazo.</p>\n<p></p>\n<p>Enquanto isso, FIIs de papel continuam se beneficiando dos índices de inflação e da reprecificação de ativos em CDI+, mas com menor intensidade que nos últimos anos, exigindo atenção ao perfil de duratione risco de crédito.</p>\n<p></p>\n<p>Assim, o cenário permanece construtivo, mas com um olhar criterioso. A combinação de dividendos atrativos, recuperação gradual de setores e oportunidades descontadas oferece um campo fértil para o investidor atento e bem informado.</p>\n"}},{"key":"news-editor-16","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/196ef3a31f2144f989d0beab7de4c964_captura-de-tela-2025-04-01-as-165251.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}},{"key":"news-editor-17","type":"image","content":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/169361d262774f2b90d8b2d3955ace9c_captura-de-tela-2025-04-01-as-165322.png","caption":"","maxWidth":"70%","zoom_enabled":true}}],"relatedNews":[],"publishedAt":"2025-04-02T19:38:39.000Z","isPremium":false,"subcategoryId":"d0e04023-d9a7-4146-bafc-757f3f49b7fa","prevNews":{"id":"5104ddf5-fb8a-4a8f-a6fe-42ecc3ac79ce","slug":"market-strategy-maio-2025","authorId":"2d6dd85e-1c81-430a-9a4b-c30a896c6ba9","title":"Market  Strategy - Maio 2025","readingTime":"","spotlight":true,"shares":0,"introduction":"Confira tudo! ","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","categoryName":"Carteiras Recomendadas","categorySlug":"carteiras-recomendadas","gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/a66cf9b63faf4293b0b54e5fe375f76c_image-8.png"},"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/a66cf9b63faf4293b0b54e5fe375f76c_image-8.png"},"publishedAt":"2025-05-02T17:06:17.686Z","isVideo":false,"subcategoryId":"d0e04023-d9a7-4146-bafc-757f3f49b7fa","subCategorySlug":"market-strategy","isPremium":false},"nextNews":{"id":"3afd0655-9abe-4647-b42b-fb1257c43181","slug":"market-strategy-asset-allocation-mar25","authorId":"0a2dd11b-ea24-4274-ab8b-7390b407aee2","title":"Market  Strategy - Asset Allocation Mar.25","readingTime":"","spotlight":true,"shares":0,"introduction":"Confira nosso relatório completo! ","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","categoryName":"Carteiras Recomendadas","categorySlug":"carteiras-recomendadas","gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/48ada64c734247efa99648df01e6d67a_captura-de-tela-2024-09-02-142420.png"},"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/48ada64c734247efa99648df01e6d67a_captura-de-tela-2024-09-02-142420.png"},"publishedAt":"2025-03-05T19:48:52.431Z","isVideo":false,"subcategoryId":"c7a86931-a68f-4b90-8c30-1b816a8f8105","subCategorySlug":"inter-strategy","isPremium":false}}}},"staticQueryHashes":[]}