{"componentChunkName":"component---src-templates-article-index-tsx","path":"/carteiras-recomendadas/investimentos/carteira-de-acoes-bdrs-e-etfs-outubro","result":{"pageContext":{"category":{"id":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","name":"Carteiras Recomendadas","slug":"carteiras-recomendadas","subtitle":"Estratégia de Investimentos","template":"A","icon":"product-many","colors":{"primary":"#ffca96","primary300":"#ffca96","primary200":"#ffca96","primary100":"#ffca96"}},"subcategoria":{"id":"f3823311-86b6-4d9c-a8d6-fe98bf0ab0b3","name":"Investimentos","slug":"investimentos"},"fileContents":{"id":"ed8498a8-1ada-4a89-afc5-8774cda9f64b","slug":"carteira-de-acoes-bdrs-e-etfs-outubro","title":"Carteira de Ações, BDRs e ETFs - Outubro","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","shares":0,"spotlight":true,"isBestContent":false,"isVideo":false,"summary":"Seleção mensal equilibrada entre ativos defensivos e exposição internacional","authorId":"982c12c6-f9f4-4c88-8185-6fa7e796a33e","introduction":"TOP Oportunidades para o mês","readingTime":"","tags":["strategy"],"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/af0e6ca06633430786a7864f00058a2f_acoes-1-1.webp","alt":"Carteira Mensal do Capita"},"gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/af0e6ca06633430786a7864f00058a2f_acoes-1-1.webp","alt":"Carteira Mensal do Capita"},"contentBlocks":[{"key":"news-editor-1","type":"text","content":{"title":"","text":"<p>Setembro foi um mês particularmente relevante para os mercados, marcado pela combinação entre decisões de política monetária nas duas maiores referências para os ativos brasileiros, inflação, petróleo, riscos geopolíticos e, sobretudo na reta final do mês, pela intensificação da precificação eleitoral no Brasil. Apesar de um ambiente global ainda bastante desafiador, o <strong>Ibovespa avançou 5,03% em setembro</strong>, recuperando a queda registrada em agosto e acumulando valorização próxima de 15,7% no ano.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>Nesse mesmo período, a <strong>Carteira Mensal Capita apresentou valorização de 4,61%</strong>, ficando ligeiramente abaixo do benchmark no mês, mas entregando resultado absoluto positivo relevante. Entre os principais destaques positivos estiveram <strong>B3, Itaúsa, Localiza e Sabesp</strong>, enquanto <strong>Direcional e BrasilAgro (AGRO3)</strong>exerceram as principais contribuições negativas sobre a performance.</p>\n<p></p>\n<p>No campo monetário, setembro trouxe uma Super Quarta de movimentos opostos. No Brasil, o Copom promoveu seu quinto corte consecutivo, reduzindo a <strong>Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,00% para 13,75% ao ano</strong>. O Banco Central reconheceu uma moderação gradual da atividade econômica, principalmente nos setores mais sensíveis ao ciclo, embora tenha ressaltado que o mercado de trabalho continua aquecido e que as expectativas de inflação permanecem acima da meta. Na ata, o Copom projetou IPCA de <strong>5,2% para 2026, 3,9% para 2027 e 3,2% para o primeiro trimestre de 2028</strong>, atual horizonte relevante, e reforçou a necessidade de “serenidade e cautela” diante da desancoragem das expectativas, dos riscos fiscais, cambiais, geopolíticos e relacionados ao petróleo.</p>\n<p></p>\n<p>Nos Estados Unidos, ocorreu justamente o movimento contrário: o Federal Reserve <strong>elevou os Fed Fundsem 25 pontos-base, para a faixa de 3,75% a 4,00%</strong>, em decisão unânime. O FOMC justificou a alta destacando que a atividade econômica continuava avançando em ritmo sólido, os gastos domésticos permaneciam resilientes e, principalmente, que <strong>a inflação continuava elevada</strong>, indicando uma postura mais restritiva da política monetária norte-americana.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>A combinação entre juros americanos mais elevados, Treasuries longos pressionados e petróleo em patamares altos adicionou volatilidade aos mercados globais; em setembro, o rendimento do Treasury de dez anos chegou a ultrapassar <strong>5%</strong>, nível não observado desde 2007.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>No Brasil, a inflação apresentou sinais mistos que exigem atenção. O <strong>IPCA de agosto, divulgado em setembro, registrou deflação de 0,32%</strong>, levando o acumulado em 12 meses para <strong>4,22%</strong>, contra 4,44% anteriormente; no ano, o índice acumulava 3,11%. O resultado foi favorecido principalmente pelo Bônus de Itaipu sobre as contas de energia, além das quedas em alimentos e transportes.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>A leitura seguinte, entretanto, mostrou que parte desse alívio era temporária: o <strong>IPCA-15 de setembro avançou 0,70%</strong>, após queda de 0,40% em agosto, alcançando <strong>3,82% no ano e 4,47% em 12 meses</strong>. No fim de setembro, o Boletim Focus mostrava expectativa de <strong>IPCA de 4,99% em 2026</strong>, Selic de <strong>13,50% no encerramento do ano</strong>, crescimento do PIB de 1,86% e dólar a R$5,20, evidenciando que o processo desinflacionário permanece sujeito a riscos relevantes.</p>\n<p></p>\n<p>Outro componente determinante durante setembro foi o <strong>petróleo</strong>. A continuidade das tensões no Oriente Médio e as incertezas envolvendo Estados Unidos e Irã mantiveram um prêmio geopolítico significativo sobre a commodity. O Brent chegou a negociar acima de <strong>US$105 por barril </strong>durante o mês e, apesar de movimentos bruscos de realização diante da recuperação parcial dos fluxos de petróleo da região, caminhou para uma valorização mensal próxima de 13%. Esse movimento merece atenção especial porque preços persistentemente elevados de energia podem produzir efeitos de segunda ordem sobre inflação, juros e crescimento global — risco que também foi explicitamente mencionado pelo próprio Copom em sua avaliação do cenário.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>No cenário doméstico, setembro também marcou uma mudança importante no eixo de precificação dos ativos: <strong>as eleições passaram definitivamente para o centro das atenções do mercado</strong>. Com a aproximação do primeiro turno presidencial, marcado para <strong>4 de outubro</strong>, pesquisas eleitorais e expectativas relacionadas à condução fiscal, dívida pública e política econômica passaram a produzir movimentos relevantes sobre Bolsa, dólar e curva de juros. As pesquisas divulgadas na reta final de setembro apontaram uma disputa presidencial apertada, aumentando a sensibilidade dos preços a cada nova informação eleitoral.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>Para o investidor, mais importante do que tentar antecipar o resultado político será compreender como o mercado passará a precificar as perspectivas para política fiscal, trajetória da dívida, inflação e juros a partir da composição do próximo governo e do Congresso.</p>\n<p></p>\n<p><strong>Outubro, portanto, começa com um conjunto excepcionalmente relevante de catalisadores.</strong> O primeiro deles será conhecido já neste domingo, <strong>4 de outubro</strong>, com o primeiro turno das eleições brasileiras. No exterior, teremos uma nova decisão do Federal Reserve em <strong>28 de outubro</strong>; diferentemente de setembro, entretanto, não haverá Super Quarta, uma vez que a próxima decisão do Copom ocorrerá somente em <strong>4 de novembro</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>E o dado divulgado nesta sexta-feira, 2 de outubro, acrescentou uma nova variável à equação norte-americana: o <strong>payroll de setembro mostrou criação de apenas 29 mil vagas</strong>, enquanto a taxa de desemprego ficou em <strong>4,2%</strong>. Os números de julho e agosto ainda foram revisados para baixo em <strong>60 mil vagas combinadas</strong>, e o crescimento anual dos salários desacelerou para <strong>3,0%</strong>. A leitura aponta para um mercado de trabalho menos aquecido e pode reduzir parte da pressão por uma política monetária ainda mais restritiva, embora petróleo, inflação e atividade continuem sendo contrapontos importantes para a decisão do Fed.</p>\n<p></p>\n<p>É justamente diante desse cenário que faremos <strong>mudanças estratégicas na Carteira Mensal Capita em outubro</strong>. Depois de três meses de valorização relevante em diferentes posições, parte dos ativos atingiu regiões importantes dos nossos objetivos e passa a apresentar uma relação entre risco e retorno menos atrativa para novos aportes. Em outros casos, como <strong>BrasilAgro (AGRO3)</strong>, a perda de estruturas técnicas relevantes modifica a leitura que sustentava a manutenção da posição. A estratégia, portanto, será realizar parte das posições que já entregaram parcela importante do movimento esperado e <strong>realocar capital em ativos que hoje apresentam maior potencial de valorização</strong>, preservando, naturalmente, aquelas posições nas quais ainda identificamos espaço consistente para continuidade do movimento.</p>\n<p></p>\n<p>Entramos, assim, em outubro com uma carteira mais seletiva e com especial atenção à assimetria entre risco e retorno. O resultado eleitoral deverá dominar a formação de preços doméstica no curto prazo, enquanto inflação, petróleo, mercado de trabalho norte-americano e a reunião do Fed permanecerão determinantes para o ambiente internacional. Em um mês com potencial elevado de volatilidade, nossa estratégia continuará fundamentada na combinação entre <strong>análise técnica, fundamentos, diversificação e disciplina de preço</strong>, buscando oportunidades que apresentem espaço de valorização sem perder de vista a preservação de capital e a adequada gestão de risco.</p>\n<p></p>\n<p>Dito isso, confira a carteira recomendada!</p>\n"}},{"key":"news-editor-2","type":"file","content":{"description":"ACESSAR CARTEIRA RECOMENDADA","file":{"name":"Carteira Mensal Capita_ Outubro_2026.pdf","url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/files/1974cc4eea474d489d6144f757ca72b8_carteira-mensal-capita_-outubro_2026.pdf","description":""}}}],"relatedNews":[],"publishedAt":"2026-10-05T16:14:06.305Z","isPremium":false,"subcategoryId":"f3823311-86b6-4d9c-a8d6-fe98bf0ab0b3","prevNews":{"id":"1dd7dd34-96d0-4a39-a35f-43b24529e4f0","slug":"carteira-recomendada-dividendos","authorId":"7f618b19-e4f2-47f1-9134-1f8b755ed4b1","title":"Carteira Recomendada | Dividendos","readingTime":"10","spotlight":true,"shares":0,"introduction":"Confira nossas recomendações para fevereiro de 2022","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","categoryName":"Carteiras Recomendadas","categorySlug":"carteiras-recomendadas","gridImage":{"url":"","alt":""},"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/images/40fd8ebd622f4f9785c28f225c2cd5e9_20220216_investimentos_portal_carteiradividendos.jpg"},"publishedAt":"2022-02-16T21:43:08.007Z","isVideo":false,"subcategoryId":"2267d682-553e-4773-9296-7360fbf06faa","subCategorySlug":"equity-research","isPremium":false,"isFromInset":false},"nextNews":{"id":"1ca949be-8154-4d68-abd7-f9378b9f9e2a","slug":"carteira-recomendada-de-fiis-outubro","authorId":"3b2a5c2e-8fcb-45eb-beeb-f6fc8afe9dbd","title":"Carteira Recomendada de FIIs - Outubro","readingTime":"","spotlight":true,"shares":0,"introduction":"Confira tudo! 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